Na paz da noite eu te adoro.
Desvaneceu-se a luz solar que rebelava miríades de tentações mundanas.
Uma a uma vou fechando as portas dos meus sentidos, para que nem a fragrância da rosa nem o canto do rouxinol possam desviar meu amor por Ti.
Como à noite eu Te adoro no recôndito e no silêncio.
No santuário da obscuridade eu Te invoco, Bem-Aventurado! Bem-Amado!
